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Última atualização:30 de novembro de 2020,
às 08:20

Desaparecimento de contadora: mulher teria feito clientes contraírem dívidas por erros em declarações do Imposto de Renda

« Mais recente🔀🛈Categoria:Polícia
ImprimirReportar erroTags:sandra, sido, foi, apontado, clientes, polícia, pelo e última324 palavras4 min. para ler

Desde que desapareceu em 30 de janeiro, a contadora Sandra Mara Lovis Trentin, tem sido o assunto dominante na pequena cidade de Boa Vista das Missões, onde residia com o marido, preso na última sexta-feira apontado por um jovem como mandante da execução. 
O rapaz foi localizado pela polícia após quebra de sigilo telefônico, onde informou ter sido contratado como pistoleiro por ele para dar fim na mulher. Pelo serviço ele receberia R$50 mil e armas. Em depoimento, porém, o local onde o corpo teria sido escondido e apontado pelo suposto pistoleiro não tinha nada, o que só aumentou o mistério.
 
O marido de Sandra, que é presidente da Câmara de Vereadores de Palmeira das Missões, foi preso por ter dado depoimento contraditório e ser apontado pelo rapaz, localizado após quebra de sigilo telefônico. Os dois estão presos no Presídio de Palmeira das Missões, cidade onde Sandra desapareceu e foi vista pela última vez.
 
A polícia trabalha com quatro linhas de investigação. A primeira dela aponta para o marido de Sandra, por terem tido uma briga muito forte por questões conjugais no final do ano. Os dois reataram dias depois, já que tinham duas filhas juntos.
 
A segunda linha aponta uma dívida milionária dos clientes do escritório de contabilidade de Sandra, onde ela era proprietária e contadora. A dívida seria de R$2,5 milhões, no total e teriam sido contraída pelos seus clientes por erros de declarações de Imposto de renda, feitas por Sandra. Desta forma os clientes ficaram endividados e a polícia investiga vingança.
 
Outra hipótese é uma possível vingança contra o vereador, pois ele teria contraído dívidas financeiras com pessoas poderosas durante sua campanha para vereador.
 
A última hipótese investigada seria um erro de alvo, onde criminosos sequestraram a vítima pensando que o carro pertencia a outra pessoa. A investigação segue com ao menos 12 policiais civis e corre em segredo.
 
As informações são do Diário Gaúcho.