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Última atualização:9 de dezembro de 2019,
às 23:54

Três meses depois das primeiras manchas, origem do óleo é desconhecida, e ninguém foi indiciado#

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Mais de 800 locais já foram atingidos pelas manchas de óleo no litoral. Investigação da Polícia Federal aponta navio grego como principal suspeito, mas empresa que fez laudo usado pela PF para chegar a embarcação diz que não descartou `navios piratas`.

Três meses depois de as primeiras manchas de óleo surgirem no litoral da Paraíba, o número de locais afetados ainda aumenta: mais de 800 pontos já foram atingidos, segundo o Ibama. O governo federal criou um grupo de trabalho para coordenar a resposta ao desastre e investigar sua origem. Apesar disso, nenhum navio ou empresa foi indiciado.

Para o coordenador do Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima), ligado ao Ibama, a chance de encontrar a origem do óleo é cada vez menor.

"Perdemos o `timing`. Quanto mais passa o tempo, mais difícil encontrar a origem. Você perde as conexões, precisa mapear as correntes e, como espalhou demais, puxar o fio da meada é complicado" – Pedro Bignelli, coordenador-geral do Cenima.



A investigação conduzida pela Polícia Federal do Rio Grande do Norte em conjunto com a Marinha apontou o navio grego Bouboulina como o principal suspeito pela poluição. No entanto, além dele, a Marinha notificou outros 29 navios. Especialistas em análise de imagens por satélite questionam a validade do levantamento usado pela PF para chegar ao Bouboulina, porque o óleo no mar pode não ser visível em imagens de satélite.

Fonte: G1

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