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Última atualização:16 de dezembro de 2018,
às 17:49

Foz do Chapecó recebe comitivas do RS e da Argentina para conhecer ações de segurança contra cheias e emergências

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ImprimirReportar erroTags:cerca, esclarecer, estruturas, manda, explica, gerente, argentinos e gaúchos309 palavras4 min. para ler
Foz do Chapecó recebe comitivas do RS e da Argentina para conhecer ações de segurança contra cheias e emergências - GeralVer imagem ampliada
Cerca de 25 pessoas, representantes das Defesas Civis de Passo Fundo, Frederico Westphalen, Santa Maria e estadual Rio Grande do Sul; da Argentina; prefeitos de municípios do país vizinho e comandantes das Brigadas da fronteira visitaram nesta quarta-feira, 12, a usina hidrelétrica Foz do Chapecó, localizada entre Águas de Chapecó (SC) e Alpestre (RS). O objetivo da visita foi conhecer a barragem e todas as ações da empresa para manter a segurança em caso de acidentes e períodos de enchentes na região.

A visita foi organizada pela coordenadoria da Defesa Civil de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul. O grupo foi recebido pela equipe de Operação e Manutenção da usina, gerenciada pelo engenheiro Gilson Mileo Carvalho, que explicou o funcionamento da hidrelétrica e todas as ações que são contempladas no Plano de Ação Emergencial (PAE). O documento é uma exigência da legislação brasileira e concentra todas as atividades de divulgação e atendimento à população em caso de acidente com a barragem. "Temos rigorosos monitoramentos que verificam constantemente as condições da operação e todas as estruturas da hidrelétrica. Mais até do que manda a legislação”, explica o gerente.

Os representantes argentinos e gaúchos aproveitaram para esclarecer dúvidas, principalmente em relação às cheias. A Foz do Chapecó possui todo um sistema de comunicação que abrange as Defesas Civis e os municípios que ficam abaixo da barragem - até Itapiranga, em Santa Catarina e Barra do Guarita, no Rio Grande do Sul. Cada vez que a vazão ultrapassa 7 mil metros cúbicos por segundo, esses órgãos recebem alerta por e-mail e telefone. Nesse nível de vazão, as partes mais baixas dos municípios podem começar a ser inundadas.

Para o sub-chefe interino da Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul, tenente-coronel Roberto Canto, "a visita técnica é de suma importância para conhecer as ações de segurança que protegem as pessoas”. 

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