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Última atualização:27 de junho de 2019,
às 04:59

Ferrari é recolhida em operação contra empresa que atuava com criptomoedas sem autorização#

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ImprimirReportar erroTags:povo, pessoas, cp, houve, também, bloqueio, judicial e ativos316 palavras5 min. para ler
Ferrari é recolhida em operação contra empresa que atuava com criptomoedas sem autorização - GeralVer imagem ampliada
Veículo é avaliado em cerca de R$ 650 mil

Uma Ferrari vermelha foi apreendida pela Polícia Federal em um condomínio na Serra gaúcha, na manhã desta segunda-feira, nos desdobramentos da operação Egypto, deflagrada na última terça contra uma instituição financeira sem autorização do Banco Central que atuava com investimentos em criptomoedas. O veículo, modelo California, ano 2009, é avaliado em cerca de R$ 650 mil. Na semana passada, as autoridades já haviam recolhido 36 automóveis de luxo e esmeraldas.

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A ação investiga a atuação de um grupo que, desde fevereiro de 2018, já havia captado cerca de 55 mil clientes de todo o país interessados em investir em criptomoeda e movimentado cerca de R$ 850 milhões. A empresa fica sediada em Novo Hamburgo e os cinco sócios, sendo dois casais e um homem, foram detidos junto com a esposa do último e outros quatro colaboradores.

Foto: Polícia Federal / Divulgação / CP 

Houve também o bloqueio judicial de ativos financeiros em nome de pessoas físicas e jurídicas, bem como de dezenas de imóveis, além do recolhimento de um equipamento que permite compra de criptomoeda. O auditor fiscal da Receita Federal, Heverton Luiz Caberlon, revelou que o montante foi repassado pelas vítimas através de 3 mil agências bancárias em 823 cidades brasileiras.

No Rio Grande do Sul, a captação do dinheiro ocorreu em 288 municípios, sendo que foram depositados R$ 128 milhões apenas em Caxias do Sul, seguido de R$ 77 milhões em Porto Alegre e R$ 61 milhões em Novo Hamburgo. As investigações apuraram que, ao invés de criptomoeda, o dinheiro dos clientes estava sendo direcionado para aplicações tradicionais de renda fixa e com baixa rentabilidade, servindo para a compra de imóveis e carros de luxo, além de esmeraldas, entre outros bens, dos sócios.

Correio do Povo 

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