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Última atualização:11 de dezembro de 2018,
às 02:44

“Escapamos“, diz mensagem enviada por brasileira que não fazia contato da ilha de Saint Martin

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ImprimirReportar erroTags:médica, informações, aeroporto, condições, aterrissagem, informa, montou e emergencial549 palavras8 min. para ler
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Médica gaúcha, marido e filha, não enviavam notícias aos parentes no Brasil desde quinta-feira passada

A família de brasileiros que foi passar férias no Caribe, e não fazia contato desde a última quinta-feira (7) com parentes no Brasil, após a passagem do furacão Irma, conseguiu sair da ilha de Saint Martin na noite deste domingo (10) no horário de Brasília. A ginecologista gaúcha Mariana Fischer Costa, grávida de quatro meses, o marido Rafael Forno, carioca e auditor da Receita Federal, e a filha Giovanna, de três anos, relataram medo após vivenciarem o impacto do fenômeno na ilha caribenha.


Segundo Fernanda Fischar, prima de Mariana, a gaúcha mandou uma mensagem no final da noite avisando que, ela e a família, já se encontravam na ilha de Martinica, também no Caribe. Na mensagem, Mariana procura tranquilizar os parentes que estão no Brasil e avisa: "Escapamos!!!". Confira a mensagem na imagem abaixo:




Print da mensagem de Mariana à prima Fernanda, que mora em Porto AlegreFoto: Reprodução


A ilha de Saint Martin foi uma das mais atingidas pelo Irma e, segundo o Itamaraty, tem 32 brasileiros neste momento — sendo 30 deles no lado holandês e dois no lado francês. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) resgatará os brasileiros que estão na ilha caribenha, na próxima terça-feira (12).


Com isso, a família de Mariana não deverá embarcar com o comboio brasileiro. Como já se encontra na ilha de Martinica, mais ao sul do Caribe, Fernanda acredita que eles voltem ao Brasil por conta própria.


— Ainda não consegui falar com eles para ter mais detalhes. Mas, como o avião da FAB partirá de Saint Martin, é bem provável que eles venham por conta própria — declarou em contato com a reportagem de ZH.


De acordo com nota divulgada pelo governo ainda neste domingo, há, ainda, 22 brasileiros na ilha de Tortola e 11 em Turcas e Caicos, que são territórios britânicos. No entanto, o aeroporto de Tortola não tem condições de aterrissagem após a passagem do furacão.


O Itamaraty informa que montou um núcleo de atendimento emergencial em Brasília e uma rede de comunicação em tempo real com os postos consulares nestes países para reunir as informações sobre brasileiros afetados pela catástrofe.


"Até o momento, o núcleo de atendimento e os postos no exterior já receberam centenas de ligações e mensagens de brasileiros que se encontram nas regiões afetadas e de seus familiares e amigos. Graças a esta rede de contatos, vêm sendo superadas as dificuldades de comunicação causadas pela interrupção das linhas em algumas regiões e, sobretudo, pela inexistência de postos da rede consular brasileira, de carreira ou honorários, nas três ilhas", acrescenta a nota.


Danos e mortes


Em sua passagem pelo Caribe, o furacão Irma deixou pelo menos 28 mortos, além de mais quatro em sua chegada à Flórida neste domingo (10). No entanto, as perdas humanas podem ser maiores, uma vez que os países atingidos estão em grande parte sem comunicação, o que pode ter provocado a subnotificação das mortes.


Antes de chegar aos Estados Unidos e perder força, o Irma passou por Cuba deixando inundações severas em Havana e Varadero, informou a Agência EFE. Ainda segundo a EFE, em Porto Rico, onde o furacão passou há três dias, 66% do serviço de fornecimento de energia já foi restabelecido.


ZERO HORA

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