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Dólar cai abaixo de R$1,70 pela primeira vez em quase 4 semanas

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Dólar cai abaixo de R$1,70 pela primeira vez em quase 4 semanas - Geral
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Moeda norte-americana recuou 0,93%, vendida a R$ 1,687.
No acumulado da semana, desvalorização chega a 2,37%.


O dólar fechou abaixo de R$ 1,70 pela primeira vez em quase quatro semanas nesta sexta-feira (3), recuando pela quinto pregão consecutivo de olho na oscilação da divisa no exterior em meio a dados mais fracos nos Estados Unidos


 A moeda norte-americana fechou em queda de 0,93%, vendida a R$ 1,687. É a primeira vez desde 9 de novembro que o dólar termina o dia abaixo de R$ 1,70. No acumulado da semana, a cotação cedeu 2,37%, a maior baixa no período desde junho. No ano, o dólar tem queda de 3,21%.

“Além da clara contribuição do fortalecimento do euro, também tem uma parcela grande de especulação em cima. Tem um volume grande de posição vendida (em dólar) no mercado futuro e basta uma oportunidade para o pessoal derrubar o dólar“, disse Carlos Alberto Postigo, gerente de negócios da Casa Paulista Assessoria Bancária.

Embora tenham diminuído nos últimos pregões, as apostas de estrangeiros na desvalorização da divisa norte-americana nos mercados de dólar futuro e cupom cambial (DDI) seguem acima de US$ 10 bilhões, de acordo com dados da BM&FBovespa.

Os Estados Unidos criaram 39 mil postos de trabalho em novembro, enquanto a taxa de desemprego subiu para 9,8%, a máxima em sete meses. Economistas previam uma criação de 140 mil empregos em novembro e uma taxa de desemprego estável, em 9,6%.

De acordo com profissionais, o mercado de câmbio reagiu discretamente às medidas de aperto de crédito anunciadas pelo Banco Central na manhã desta sexta-feira, com os agentes avaliando que a cotação deve continuar atenta ao cenário internacional.

“A tendência do dólar para mim é de baixa, e quando lá fora ajuda, ninguém segura“, afirmou o operador de câmbio Ovídio Soares, da Interbolsa do Brasil.

Mais cedo, o governo elevou o compulsório sobre depósitos à vista e a prazo, reduzindo os recursos que os bancos têm disponíveis para emprestar, e tornou mais caro para as instituições oferecer crédito de longo prazo às pessoas físicas.

“Alguns no mercado estão especulando que a clara necessidade de aperto monetário pode levar os formuladores da política monetária brasileira a aceitar mais apreciação do real...“, disseram os analistas da Brown Brothers Harriman, em relatório.

“Mas precisamos ver como eles vão reagir ao atual movimento abaixo de R$ 1,70 e se outras medidas sobre o câmbio serão tomadas dentro de uma queda da cotação em direção a R$ 1,65.“

G1

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