Atenção!A página impressa é diferente da página exibida na tela do computador.
Feito!
Erro!

Caso de Polícia: MP denuncia 23 pessoas por esquema de pirâmide financeira no Rio Grande do Sul

Voltar ↖Seguir ↘
Bertuol SupermercadosAnuncie aquiChapecarJG siteDatchiMossi Viagens e TurismoRádio Sul FMFarmáciaLanchonete Família VieiraShalon siteGDR SiteVidraçariaTissiani TelasJornal2º Racha Nonoai
« Última» PrimeiraCategoria:Esporte
ImprimirReportar erroTags:golpe, venda, operação, marketing, multinível, vinculando, suposta e cursos284 palavras4 min. para ler
Caso de Polícia: MP denuncia 23 pessoas por esquema de pirâmide financeira no Rio Grande do Sul - Esporte
Ver imagem ampliada
Golpe foi aplicado especialmente na região do Vale do Sinos
O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou 23 pessoas por envolvimento em um esquema de pirâmide financeira que prejudicou dezenas de pessoas no Estado. Entre os denunciados está Márcio Rodrigo dos Santos, de 36 anos, apontado pelas autoridades como o principal representante da empresa D9, que atuava cooptando pessoas principalmente na região do Vale do Sinos. Além da ação no âmbito penal, o Ministério Público já está tomando providências para recuperar valores das pessoas lesadas. Conforme o Ministério Público, pelo menos 26 vítimas já foram identificadas, mas a Polícia Civil não descarta que este número seja bem maior. 


 Conforme denúncia, os envolvidos integram esquema organizado para obtenção de lucro através do esquema de pirâmide financeira. O grupo deve responder judicialmente pelas práticas de organização criminosa, crime contra economia popular, lavagem de dinheiro e estelionato.
 A empresa D9 Clube de Empreendedores iniciou suas atividades na Bahia, e para disfarçar a natureza do negócio fraudulento, simulava uma operação de marketing multinível, vinculando o negócio à suposta venda de cursos de trading esportivo. As vítimas eram convidadas a investir dinheiro com a promessa de rendimentos que chegariam a até 300% do valor aplicado. O dinheiro seria convertido em moeda virtual para render mais, e depois seria revertido novamente em real. 
 Os líderes ou gerentes locais eram responsáveis por recrutar o maior número possível de pessoas para investir no esquema, capitalizando e aumentando a base da pirâmide financeira e, assim, garantindo que os recursos aportados pelas vítimas da fraude gerasse as vantagens econômicas indevidas a si e aos organizadores.
Em agosto, dois automóveis foram apreendidos na casa de um suspeito de comandar o esquemaFoto: Divulgação Ministério Público - RS

 

ZERO HORA

Compartilhar página nas rede sociais:
CompartilharCompartilharTweetarPin it

Comentários

Voltar ↖Seguir ↘