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Análise: Chape contraria o próprio mantra, pisa no freio, e é castigada pelo lanterna

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ImprimirReportar erroTags:esporte, início, contrário, liberdade, pensar, jogo, intermediária e ofensiva525 palavras7 min. para ler
Análise: Chape contraria o próprio mantra, pisa no freio, e é castigada pelo lanterna - Esporte
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Discurso de entrega no limite para sonhar alto no Brasileirão não é cumprido diante do Atlético-GO. Verdão relaxa contra rival mais frágil, sofre na Arena Condá e breca arrancada. 


Não faz muito tempo e o discurso na Chapecoense era de que seria preciso jogar sempre no limite para alcançar algo maior no Brasileirão do que a permanência na Série A. Pois então, a atuação diante do Atlético-GO explica muito o motivo do Verdão seguir olhando para parte de baixo da tabela. Diante do lanterna, a equipe diminuiu a intensidade e foi castigada com derrota e vaias na Arena Condá. 


Com um adversário comprovadamente inferior tecnicamente pela frente, a impressão que a Chape passou era de que o triunfo aconteceria naturalmente. E se deu mal. Mesmo com novas peças, com a volta de Girotto e a entrada de Luiz Otávio na defesa, a distribuição tática foi a mesma das boas atuações diante de São Paulo, Santos e Vitória. A intensidade para disputar as jogadas é que foi diferente, e o Dragão deixou isso claro desde os primeiros minutos. 


Até o gol de Luiz Otávio - quando a bola parada surgiu como oásis na falta de criatividade, como já tinha acontecido diante do Defensa y Justicia -, era o Atlético-GO quem mandava na partida. Também pelo alto, criou quatro boas oportunidades. Em todas, errou a direção do gol de Jandrei. O alerta, entretanto, devia ter sido ligado em um time que jogou a etapa inicial ainda com a cama nas costas no domingo de manhã. 


A marcação alta que chamou a atenção diante dos argentinos e a aproximação entre os jogadores não foram vistas na Arena Condá. Pelo contrário, o Atlético-GO tinha liberdade para pensar o jogo quase que até a intermediária ofensiva. A Chape parecia não confiar na qualidade técnica do rival. Quando tinha a bola, as triangulações que marcaram o início da era Eutrópio deram lugar a ligações diretas, principalmente buscando Apodi. 


No ataque, o Verdão não se encontrava e Felipe praticamente foi mero espectador da partida. Com maior posse de bola, o Dragão, que já não tinha nada a perder por estar na lanterna, se lançou ao ataque e empatou em lance onde Luiz Fernando passou por Luiz Otávio com extrema facilidade e serviu para Diego Rosa concluir de forma mais tranquila ainda. 


O empate atordoou uma Chape que já não se encontrava mesmo quando tudo parecia dar certo. Luiz Fernando acertou o travessão em sinal de que o pior ainda poderia estar por vir. O Verdão, que já parecia correr pouco, se enervou e passou também a correr errado, perdido. Tanto que os goianos foram capazes de fazer uma linha de passe dentro da área até Gilvan decretar a virada. 


Com 21 pontos, a Chapecoense deixou de alcançar a “metade do caminho“ para se manter na primeira divisão contra o rival mais frágil da competição. Se 46 é o número mágico, agora vencer o Bahia é emergencial para uma viagem tranquila para Barcelona e Japão. A lição foi dada: correr tanto ou mais que o adversário é o mínimo para quem prega jogar no limite por um final de 2017 tranquilo. 


Fonte: GLOBO ESPORTE

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